sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Noticiário do Exército no Painel do Coronel Paim
  • www.eb.mil.br/web/guest/noticiario-do-exercito
    DGP realiza Simpósio de Racionalização Administrativa Uma das propostas do Simpósio é avaliar a viabilidade de implantar o Programa de Racionalização ...
  • www.exercito.gov.br/web/guest/noticias-e-multimidia
    PMB comemora o 51º aniversário de criação Durante a solenidade, autoridades civis foram agraciadas com o Diploma de Amigo da Prefeitura Militar.
  • www.eb.mil.br
    Noticiário do Exército; EB em Revista; Conversando com a Reserva; Revista Verde-Oliva; Rádio Verde-Oliva; TV Verde-Oliva; Recrutinha; Hinos e Canções; Galeria de ...
  • www.exercito.gov.br/web/midia-impressa/noticiario-do-exercito?p_p...
    Exército Brasileiro começa a receber novo lote de pontes Logistic Support Bridge A chegada desse segundo lote multiplicará em pelo menos quatro vezes a capacidade ...
  • www.mikrus.com.br/~classe35/curiosidades1.htm
    Noticiário do Exército Reservistas da "Classe de 1935" O jornal Noticiário do Exército, de 24 de agosto de 1994, apresentou ...
  • www.legiaodainfantaria.eb.mil.br/htm/Noticias/2011/ne-diainf2011.pdf · Arquivo PDF
    Noticiário do Exército - Exército Brasileiro Página 1 de 4 http://www.exercito.gov.br/web/midia-impressa/noticiario-do-exercito?p_p_id=noticias ...
  • g1.globo.com/brasil/noticia/2012/08/sucateado-exercito-nao-teria...
    Sucateado, Exército não teria como responder a guerra, dizem generais Série de reportagens do G1 mostra situação de militares e riscos ao país.
  • jcconcursos.uol.com.br/Educacao/Noticiario/exercito-sargentos-28877
    O Exército, por meio de seu Departamento de Educação e Cultura e a Escola de Saúde (EsSEx), abre inscrição para curso de formação de sargentos de saúde.
  • noticianua.com/posts/cadete-do-exercito-morre
    Leia sobre Cadete Do Exercito Morre no Notícia HojeÚltimas notícias de política, acidentes, crimes, escandalos. Aqui a notícia acontece hoje!
  • veja.abril.com.br/noticia/brasil/treinados-armados-e-mal-pagos
    Serviço público Forças Armadas do Brasil: treinados, armados e mal pagos Os mais de 339 000 homens da Marinha, do Exército e da Aeronáutica viram seus salários ...
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sábado, 3 de agosto de 2013

ONU nomeia general brasileiro Edson Pujol novo chefe militar da Minustah



ONU nomeia general brasileiro Edson Pujol novo chefe militar da Minustah
ONU nomeia general brasileiro Edson Pujol novo chefe militar da Minustah
Nações Unidas, 27 mar (EFE).- O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, nomeou o general brasileiro Edson Leal Pujol como novo comandante militar da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah), nesta quarta-feira.
Pujol, general de divisão do Exército, assumirá o comando em substituição do também brasileiro Fernando Rodrigues Goulart, que hoje concluiu seu mandato como responsável militar da Minustah, segundo o porta-voz da ONU, Martin Nesirky.
'O secretário-geral agradece o trabalho do general Rodrigues Goulart à frente da missão, onde sua dedicação, profissionalismo e liderança contribuíram com os esforços da ONU para ajudar a estabilizar o país', declarou o porta-voz.
Pujol, de 58 anos, entrou para as Forças Armadas em 1971, e entre os cargos que ocupou está o de chefe do Centro de Inteligência do Exército (CIE).
A Minustah foi estabelecida pelo Conselho de Segurança em 2004 depois que o então presidente Jean-Bertrand Aristide foi exilado, no período após o conflito armado que se estendeu a várias cidades do país.
O Brasil é o país com o maior número de soldados na missão de estabilização da ONU por ser o responsável militar da Minustah.
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domingo, 28 de julho de 2013

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Exército terá investimento bilionário nas fronteiras

DE SÃO PAULO Na Marinha, o submarino de propulsão nuclear. Na Aeronáutica, o projeto de uma nova frota de caças. Agora, vem a "contrapartida" do Exército no processo de modernização das Forças Armadas: o Sisfron (Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras), orçado em US$ 6 bilhões (R$ 10 bilhões). A reportagem, da colunista da Folha Eliane Cantanhêde, está na edição deste domingo (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL). Para colunista, Dilma tentará dar marca gerencial a seu governo; leia bate-papo Decisão do Brasil sobre caças sai 'em três ou quatro meses', diz governo francês O Sisfron deve ser implantado em três etapas até estar concluído, em 2019, com custo de manutenção anual estimado em até 10% do total do investimento. A expectativa do governo é obter os recursos com financiamento externo de longo prazo. O projeto original inclui radar de imagem, radares de comunicação de diferentes graus de sofisticação, vants (veículos aéreos não tripulados) e blindados para abranger a fronteira terrestre, com o foco na Amazônia. A base operacional do projeto serão os Pelotões Especiais de Fronteira (PEF), que passarão gradualmente dos atuais 21 para 49. O custo médio de cada pelotão é de R$ 35 milhões, incluindo pista de pouso (que tem orçamento independente do Sisfron). Na avaliação do governo, a porosidade das fronteiras (onde o Exército tem poder de polícia desde 1999) é o problema número um de segurança do país. Com o monitoramento do espaço aéreo na região, iniciado com o Sipam (Sistema de Proteção da Amazônia), o contrabando e o tráfico de armas migraram para as vias terrestres e fluviais e é por aí que chegam aos grandes centros, como as favelas do Rio de Janeiro. + Canais Acompanhe o dia a dia da presidente Dilma em mapa especial Leia a cobertura completa da posse de Dilma Acompanhe a Folha Poder no Twitter Comente reportagens em nossa página no Facebook + Notícias em Poder TSE já encaminhou ao Supremo 25 recursos de enquadrados na Ficha Limpa União Europeia não pode 'fechar os olhos' no caso Battisti, diz ministro italiano Ministro nega ter lutado no Araguaia durante ditadura Sem previsão para deixar a UTI, Alencar continua quimioterapia e tem quadro estável Mônica Bergamo: Serra pretende ficar no Brasil e entrar no circuito de palestras Com 40 anos de plenário, Henrique Eduardo Alves é aliado incômodo do governo PT vê desunião de peemedebistas em protesto contra partilha de cargos

domingo, 7 de julho de 2013

Fronteiras do Brasil

sobre Geografia por
  • Localizado na porção centro-oriental do continente sul-americano e banhado a leste pelo oceano Atlântico, o Brasil possui 23.086 km de fronteiras, sendo 7.367 km marítimas e 15.719 km terrestres. A fronteira com o oceano Atlântico estende-se da foz do rio Oiapoque, ao norte, na divisa do Amapá com a Guiana Francesa, até o arroio Chuí, ao sul, no limite do Rio Grande do Sul com o Uruguai. Com exceção do Chile e do Equador, todos os países da América do Sul fazem fronteira com o Brasil. Ao norte estão Guiana Francesa, Suriname, Guiana e Venezuela; a noroeste, Colômbia; a oeste, Peru e Bolívia; a sudoeste, Paraguai e Argentina; e ao sul, o Uruguai.
Ilustração

Policiamento e fiscalização: A Polícia Federal é a responsável pela vigilância das fronteiras brasileiras. Fazem parte de suas atribuições a fiscalização de entrada e saída de pessoas no país, o controle dos meios de transporte que fazem o tráfego internacional, e a investigação e o combate dos crimes nacionais ou transnacionais que ocorram ou tenham início na faixa de fronteira: o tráfico de drogas, de armas, de mulheres e crianças; furtos e roubos de veículos; crimes contra a fauna e a flora, como a exploração ilegal de madeira e a biopirataria.
Ao longo de toda a fronteira há apenas 23 postos oficiais de fiscalização da Polícia Federal, da Receita Federal e do Ministério da Saúde. Entre os muitos problemas que as falhas na vigilância fronteiriça trazem ao Brasil estão os estrangeiros clandestinos no país, a entrada de drogas e armas e a evasão de divisas e riquezas nacionais. A falta de maior controle dos rios e do espaço aéreo da Amazônia possibilita que embarcações e aeronaves ilegais trafiquem drogas, armas e até animais silvestres.
O Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam) – projeto que prevê o controle terrestre, aéreo e fluvial da região com base em informações e imagens obtidas por sistemas de radar – começa a ser implantado no segundo semestre de 1998 pela empresa norte-americana Raytheon Company. Previsto para entrar em funcionamento até 2002, ele deverá identificar pistas e vôos clandestinos, auxiliar no combate ao contrabando e ao narcotráfico, além de fazer o mapeamento dos principais problemas e das riquezas naturais da região.
No sul do país, uma das questões mais danosas é o contrabando e o tráfico de drogas e armas na fronteira do Brasil com o Paraguai. A Polícia Federal calcula que cerca de 40 mil pessoas atravessem diariamente a Ponte da Amizade – ligação entre a cidade brasileira de Foz do Iguaçu e a paraguaia Ciudad del Este – sem nenhum tipo de controle. Os principais produtos contrabandeados do Paraguai são bebidas, perfumes, cigarros e produtos eletrônicos. Eles chegam ao Brasil por meio dos sacoleiros (pessoas que compram e os revendem) e, em maior escala, transportados por caminhões ou avião.

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quinta-feira, 13 de junho de 2013

Exército mobilizará 3,7 mil militares para a abertura da Copa das Confederações

13/06/2013 - 19h04


Marcelo Brandão
Repórter da Agência Brasil

Brasília - O Exército apresentou hoje (13) as tropas que atuarão em Brasília durante a Copa das Confederações. Serão 3,7 mil militares, que contarão com apoio aéreo, esquadrões de cavalaria, cães adestrados e 522 viaturas de vários tipos – blindadas, antiaéreas e de defesa química, biológica, radiológica e nuclear, entre outros.
O efetivo fará parte do eixo de defesa, coordenado, em Brasília, pelo Exército. Também participam do trabalho a Polícia Militar do Distrito Federal, o Departamento de Trânsito (Detran), o Corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
“Para nós é uma excelente oportunidade de treinamento. Não só do próprio Exército, mas da chamada interoperabilidade, que é aprender a trabalhar com os outros, a Marinha, a Aeronáutica e com as agências civis, que é característica de todo evento moderno”, disse o comandante militar do Planalto, general Gerson Menandro.
O comandante destacou ainda a experiência das tropas envolvidas e garantiu que o efetivo estará pronto para entrar em ação se necessário. “São tropas experimentadas, que já atuaram na Rio+20 [Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável], na ocupação do Morro do Alemão e Complexo da Penha, no Rio de Janeiro, além dos nove anos de trabalho no Haiti.”
O Exército coordenará os trabalhos das tropas no Centro de Operações, que conta com 72 câmeras fixas. O monitoramento também será feito por meio de câmeras instaladas em helicópteros, que auxiliam o trabalho de 65 pessoas das Forças Armadas e de diversos órgãos, como a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros e o Gabinete de Segurança Institucional Presidência da República (GSI).
“O Centro de Operações é o grande cérebro de onde emanam todas as ordens para esse pessoal. O Exército tem o controle total, o monitoramento de tudo que acontece. A partir do centro, é tomada a decisão e a tropa é acionada”, explicou Menandro.
Uma instalação similar, porém menor, funcionará de maneira móvel, podendo se deslocar pela cidade. Nesse centro de comando sobre rodas, o Exército contará com sistema de rastreamento, manterá contato com unidades localizadas nas demais sedes do torneio e terá contato constante com atiradores de elite, via áudio e vídeo. Em uma tela, é possível ver para onde o atirador está mirando, por exemplo. O trabalho intensivo do Exército em Brasília irá domingo (16), mas pode ser prorrogado caso seja necessário.
Veja aqui a galeria de fotos.
Edição: Juliana Andrade
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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Força de Pacificação no Complexo do Alemão completa 1 ano

Para o comandante do CML e o secretário estadual de Segurança, o balanço nesse período é positivo. 'A situação atual está melhor, mas ainda temos muito o que fazer', diz Beltrame

Anderson Dezan, iG Rio de Janeiro |
Márcia Foletto / Agência O Globo
O general Adriano Pereira Junior (à esq.) e o secretário estadual de Segurança, José Mariano Beltrame (à dir.)
“Tenho muito orgulho em saber que pela ação dos nossos soldados a população daqui teve um ano de vida muito melhor. Um ano de vida que ela não esperava ter tão cedo”. Foi dessa forma otimista que o comandante do Comando Militar do Leste (CML), general Adriano Pereira Junior, classificou nesta segunda-feira (28) a atuação do Exército na Força de Pacificação nos complexos de favelas do Alemão e da Penha, na zona norte do Rio. A emblemática ocupação completa 1 ano hoje.
Leia também: Assinado termo que prorroga permanência do Exército no Alemão
Em novembro do ano passado, as tropas invadiram os complexos de favelas após uma série de ataques ocorridos na capital fluminense. Carros foram incendiados, tiros foram disparados contra viaturas e estabelecimentos comerciais tiveram que ser fechados. As ordens partiram do interior dos complexos do Alemão e da Penha e seriam represálias à implantação de Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) e à transferência de 18 líderes de facções criminosas – entre eles Marcinho VP e Elias Maluco – para presídios federais fora do Rio.
Um ano depois da ocupação da Força de Pacificação, os índices criminais divulgados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) são positivos. Dados da 22ª DP (Penha), que cobre 90% do território do conjunto de favelas, mostram que os roubos de veículos tiveram uma redução de 49,1%. Os autos de resistência (morte cometida por policial em confronto) e roubos de rua tiveram queda de 50% e 42%, respectivamente. O total de homicídios também diminuiu, embora mais timidamente: 14%.
“A operação no Alemão não pode ser comparada com outras para implantação de UPP. Aqui se fez uma ação tópica para anular aqueles comandos que saíam daqui para incendiar veículos. Montou-se uma operação de quase dois mil homens em duas horas. Se pensarmos nisso, o resultado foi altamente positivo”, avaliou o secretário estadual de Segurança, José Mariano Beltrame, antes de um almoço ocorrido nesta segunda-feira para comemorar o aniversário de 1 ano da ocupação.
Agência O Globo
Militares da Força de Pacificação do Exército nas ruas do Complexo do Alemão
Eventuais incidentes
Mesmo com os avanços, alguns problemas eventualmente ainda acontecem. Na última quinta-feira (24), um soldado ficou ferido após ter sido atingido de raspão por um disparo durante uma troca de tiros na localidade conhecida como Pedra do Sapo. Em setembro, três pessoas foram detidas e uma ficou ferida após uma confusão em um bar entre moradores e militares. Dois dias depois, tiros disparados dos morros da Baiana e do Adeus, localizados em frente ao Complexo do Alemão, assustaram moradores e deixaram morta uma jovem de 15 anos.
“Em um ano tivemos quantos incidentes considerando o tamanho da área em que estamos? A quantidade é irrelevante”, minimizou o general Adriano Pereira Junior. “Existem pessoas que são dependentes de drogas e para elas não há interesse que o nosso trabalho dê certo. Também há aqueles que são ligados financeiramente ao tráfico. E tem ainda aqueles simpatizantes com o crime. Questionam o fato de agora não ter mais festas. Esses três tipos de pessoas são as que têm proporcionado conflitos. Não tenho histórico de moradores trabalhadores, pais de família, envolvidos em problemas com a nossa tropa”, explicou.
Para o secretário estadual de Segurança, os avanços devem ser exaltados, mas o trabalho ainda está longe do fim. “Dizer que nenhum incidente irá acontecer no Alemão é impossível. Quando olhamos um ano atrás, vemos que a situação atual está muito melhor. Caminhamos muito. Mas ao olharmos para frente percebemos que ainda temos muita coisa para fazer”, avaliou Betralme.
Pablo Jacob/Agência O Globo
Balas traçantes assustaram moradores do Complexo do Alemão durante confronto ocorrido em setembro
Futuro
A ocupação das tropas do Exército nos complexos do Alemão e da Penha, no entanto, já tem um prazo para terminar. Os 1.600 soldados presentes começarão a deixar aos poucos as comunidades a partir de março do ano que vem, quando a Secretaria Estadual de Segurança começará a implantar gradativamente oito UPPs na região. Mais de 2 mil policiais estão sendo preparados pela Academia de Formação de Praças da Polícia Militar para trabalhar nas unidades.
Leia também: Operação do Exército no Complexo do Alemão já custou R$ 237 milhões
No primeiro mês, 500 policiais vão ser destacados. Outros 500 ocuparão a UPP em abril, mais 500 em maio e 700 junho, totalizando 2.200 agentes. Os militares da Força de Pacificação vão permanecer nos complexos de favelas até esse cronograma ser concluído.
“O programa já está delineado. A UPP tem um conceito e ele será aplicado aqui. Vamos ocupar duas áreas a cada mês, completando todos os complexos em junho”, informou Beltrame. “A UPP significa a derrocada de impérios impostos por armas automáticas. No Rio tem tráfico de drogas, como em qualquer lugar do mundo, mas aqui as pessoas passam a dominar o território. Isto não pode acontecer”.

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