domingo, 28 de julho de 2013

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Exército terá investimento bilionário nas fronteiras

DE SÃO PAULO Na Marinha, o submarino de propulsão nuclear. Na Aeronáutica, o projeto de uma nova frota de caças. Agora, vem a "contrapartida" do Exército no processo de modernização das Forças Armadas: o Sisfron (Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras), orçado em US$ 6 bilhões (R$ 10 bilhões). A reportagem, da colunista da Folha Eliane Cantanhêde, está na edição deste domingo (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL). Para colunista, Dilma tentará dar marca gerencial a seu governo; leia bate-papo Decisão do Brasil sobre caças sai 'em três ou quatro meses', diz governo francês O Sisfron deve ser implantado em três etapas até estar concluído, em 2019, com custo de manutenção anual estimado em até 10% do total do investimento. A expectativa do governo é obter os recursos com financiamento externo de longo prazo. O projeto original inclui radar de imagem, radares de comunicação de diferentes graus de sofisticação, vants (veículos aéreos não tripulados) e blindados para abranger a fronteira terrestre, com o foco na Amazônia. A base operacional do projeto serão os Pelotões Especiais de Fronteira (PEF), que passarão gradualmente dos atuais 21 para 49. O custo médio de cada pelotão é de R$ 35 milhões, incluindo pista de pouso (que tem orçamento independente do Sisfron). Na avaliação do governo, a porosidade das fronteiras (onde o Exército tem poder de polícia desde 1999) é o problema número um de segurança do país. Com o monitoramento do espaço aéreo na região, iniciado com o Sipam (Sistema de Proteção da Amazônia), o contrabando e o tráfico de armas migraram para as vias terrestres e fluviais e é por aí que chegam aos grandes centros, como as favelas do Rio de Janeiro. + Canais Acompanhe o dia a dia da presidente Dilma em mapa especial Leia a cobertura completa da posse de Dilma Acompanhe a Folha Poder no Twitter Comente reportagens em nossa página no Facebook + Notícias em Poder TSE já encaminhou ao Supremo 25 recursos de enquadrados na Ficha Limpa União Europeia não pode 'fechar os olhos' no caso Battisti, diz ministro italiano Ministro nega ter lutado no Araguaia durante ditadura Sem previsão para deixar a UTI, Alencar continua quimioterapia e tem quadro estável Mônica Bergamo: Serra pretende ficar no Brasil e entrar no circuito de palestras Com 40 anos de plenário, Henrique Eduardo Alves é aliado incômodo do governo PT vê desunião de peemedebistas em protesto contra partilha de cargos

domingo, 7 de julho de 2013

Fronteiras do Brasil

sobre Geografia por
  • Localizado na porção centro-oriental do continente sul-americano e banhado a leste pelo oceano Atlântico, o Brasil possui 23.086 km de fronteiras, sendo 7.367 km marítimas e 15.719 km terrestres. A fronteira com o oceano Atlântico estende-se da foz do rio Oiapoque, ao norte, na divisa do Amapá com a Guiana Francesa, até o arroio Chuí, ao sul, no limite do Rio Grande do Sul com o Uruguai. Com exceção do Chile e do Equador, todos os países da América do Sul fazem fronteira com o Brasil. Ao norte estão Guiana Francesa, Suriname, Guiana e Venezuela; a noroeste, Colômbia; a oeste, Peru e Bolívia; a sudoeste, Paraguai e Argentina; e ao sul, o Uruguai.
Ilustração

Policiamento e fiscalização: A Polícia Federal é a responsável pela vigilância das fronteiras brasileiras. Fazem parte de suas atribuições a fiscalização de entrada e saída de pessoas no país, o controle dos meios de transporte que fazem o tráfego internacional, e a investigação e o combate dos crimes nacionais ou transnacionais que ocorram ou tenham início na faixa de fronteira: o tráfico de drogas, de armas, de mulheres e crianças; furtos e roubos de veículos; crimes contra a fauna e a flora, como a exploração ilegal de madeira e a biopirataria.
Ao longo de toda a fronteira há apenas 23 postos oficiais de fiscalização da Polícia Federal, da Receita Federal e do Ministério da Saúde. Entre os muitos problemas que as falhas na vigilância fronteiriça trazem ao Brasil estão os estrangeiros clandestinos no país, a entrada de drogas e armas e a evasão de divisas e riquezas nacionais. A falta de maior controle dos rios e do espaço aéreo da Amazônia possibilita que embarcações e aeronaves ilegais trafiquem drogas, armas e até animais silvestres.
O Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam) – projeto que prevê o controle terrestre, aéreo e fluvial da região com base em informações e imagens obtidas por sistemas de radar – começa a ser implantado no segundo semestre de 1998 pela empresa norte-americana Raytheon Company. Previsto para entrar em funcionamento até 2002, ele deverá identificar pistas e vôos clandestinos, auxiliar no combate ao contrabando e ao narcotráfico, além de fazer o mapeamento dos principais problemas e das riquezas naturais da região.
No sul do país, uma das questões mais danosas é o contrabando e o tráfico de drogas e armas na fronteira do Brasil com o Paraguai. A Polícia Federal calcula que cerca de 40 mil pessoas atravessem diariamente a Ponte da Amizade – ligação entre a cidade brasileira de Foz do Iguaçu e a paraguaia Ciudad del Este – sem nenhum tipo de controle. Os principais produtos contrabandeados do Paraguai são bebidas, perfumes, cigarros e produtos eletrônicos. Eles chegam ao Brasil por meio dos sacoleiros (pessoas que compram e os revendem) e, em maior escala, transportados por caminhões ou avião.

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quinta-feira, 13 de junho de 2013

Exército mobilizará 3,7 mil militares para a abertura da Copa das Confederações

13/06/2013 - 19h04


Marcelo Brandão
Repórter da Agência Brasil

Brasília - O Exército apresentou hoje (13) as tropas que atuarão em Brasília durante a Copa das Confederações. Serão 3,7 mil militares, que contarão com apoio aéreo, esquadrões de cavalaria, cães adestrados e 522 viaturas de vários tipos – blindadas, antiaéreas e de defesa química, biológica, radiológica e nuclear, entre outros.
O efetivo fará parte do eixo de defesa, coordenado, em Brasília, pelo Exército. Também participam do trabalho a Polícia Militar do Distrito Federal, o Departamento de Trânsito (Detran), o Corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
“Para nós é uma excelente oportunidade de treinamento. Não só do próprio Exército, mas da chamada interoperabilidade, que é aprender a trabalhar com os outros, a Marinha, a Aeronáutica e com as agências civis, que é característica de todo evento moderno”, disse o comandante militar do Planalto, general Gerson Menandro.
O comandante destacou ainda a experiência das tropas envolvidas e garantiu que o efetivo estará pronto para entrar em ação se necessário. “São tropas experimentadas, que já atuaram na Rio+20 [Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável], na ocupação do Morro do Alemão e Complexo da Penha, no Rio de Janeiro, além dos nove anos de trabalho no Haiti.”
O Exército coordenará os trabalhos das tropas no Centro de Operações, que conta com 72 câmeras fixas. O monitoramento também será feito por meio de câmeras instaladas em helicópteros, que auxiliam o trabalho de 65 pessoas das Forças Armadas e de diversos órgãos, como a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros e o Gabinete de Segurança Institucional Presidência da República (GSI).
“O Centro de Operações é o grande cérebro de onde emanam todas as ordens para esse pessoal. O Exército tem o controle total, o monitoramento de tudo que acontece. A partir do centro, é tomada a decisão e a tropa é acionada”, explicou Menandro.
Uma instalação similar, porém menor, funcionará de maneira móvel, podendo se deslocar pela cidade. Nesse centro de comando sobre rodas, o Exército contará com sistema de rastreamento, manterá contato com unidades localizadas nas demais sedes do torneio e terá contato constante com atiradores de elite, via áudio e vídeo. Em uma tela, é possível ver para onde o atirador está mirando, por exemplo. O trabalho intensivo do Exército em Brasília irá domingo (16), mas pode ser prorrogado caso seja necessário.
Veja aqui a galeria de fotos.
Edição: Juliana Andrade
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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Força de Pacificação no Complexo do Alemão completa 1 ano

Para o comandante do CML e o secretário estadual de Segurança, o balanço nesse período é positivo. 'A situação atual está melhor, mas ainda temos muito o que fazer', diz Beltrame

Anderson Dezan, iG Rio de Janeiro |
Márcia Foletto / Agência O Globo
O general Adriano Pereira Junior (à esq.) e o secretário estadual de Segurança, José Mariano Beltrame (à dir.)
“Tenho muito orgulho em saber que pela ação dos nossos soldados a população daqui teve um ano de vida muito melhor. Um ano de vida que ela não esperava ter tão cedo”. Foi dessa forma otimista que o comandante do Comando Militar do Leste (CML), general Adriano Pereira Junior, classificou nesta segunda-feira (28) a atuação do Exército na Força de Pacificação nos complexos de favelas do Alemão e da Penha, na zona norte do Rio. A emblemática ocupação completa 1 ano hoje.
Leia também: Assinado termo que prorroga permanência do Exército no Alemão
Em novembro do ano passado, as tropas invadiram os complexos de favelas após uma série de ataques ocorridos na capital fluminense. Carros foram incendiados, tiros foram disparados contra viaturas e estabelecimentos comerciais tiveram que ser fechados. As ordens partiram do interior dos complexos do Alemão e da Penha e seriam represálias à implantação de Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) e à transferência de 18 líderes de facções criminosas – entre eles Marcinho VP e Elias Maluco – para presídios federais fora do Rio.
Um ano depois da ocupação da Força de Pacificação, os índices criminais divulgados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) são positivos. Dados da 22ª DP (Penha), que cobre 90% do território do conjunto de favelas, mostram que os roubos de veículos tiveram uma redução de 49,1%. Os autos de resistência (morte cometida por policial em confronto) e roubos de rua tiveram queda de 50% e 42%, respectivamente. O total de homicídios também diminuiu, embora mais timidamente: 14%.
“A operação no Alemão não pode ser comparada com outras para implantação de UPP. Aqui se fez uma ação tópica para anular aqueles comandos que saíam daqui para incendiar veículos. Montou-se uma operação de quase dois mil homens em duas horas. Se pensarmos nisso, o resultado foi altamente positivo”, avaliou o secretário estadual de Segurança, José Mariano Beltrame, antes de um almoço ocorrido nesta segunda-feira para comemorar o aniversário de 1 ano da ocupação.
Agência O Globo
Militares da Força de Pacificação do Exército nas ruas do Complexo do Alemão
Eventuais incidentes
Mesmo com os avanços, alguns problemas eventualmente ainda acontecem. Na última quinta-feira (24), um soldado ficou ferido após ter sido atingido de raspão por um disparo durante uma troca de tiros na localidade conhecida como Pedra do Sapo. Em setembro, três pessoas foram detidas e uma ficou ferida após uma confusão em um bar entre moradores e militares. Dois dias depois, tiros disparados dos morros da Baiana e do Adeus, localizados em frente ao Complexo do Alemão, assustaram moradores e deixaram morta uma jovem de 15 anos.
“Em um ano tivemos quantos incidentes considerando o tamanho da área em que estamos? A quantidade é irrelevante”, minimizou o general Adriano Pereira Junior. “Existem pessoas que são dependentes de drogas e para elas não há interesse que o nosso trabalho dê certo. Também há aqueles que são ligados financeiramente ao tráfico. E tem ainda aqueles simpatizantes com o crime. Questionam o fato de agora não ter mais festas. Esses três tipos de pessoas são as que têm proporcionado conflitos. Não tenho histórico de moradores trabalhadores, pais de família, envolvidos em problemas com a nossa tropa”, explicou.
Para o secretário estadual de Segurança, os avanços devem ser exaltados, mas o trabalho ainda está longe do fim. “Dizer que nenhum incidente irá acontecer no Alemão é impossível. Quando olhamos um ano atrás, vemos que a situação atual está muito melhor. Caminhamos muito. Mas ao olharmos para frente percebemos que ainda temos muita coisa para fazer”, avaliou Betralme.
Pablo Jacob/Agência O Globo
Balas traçantes assustaram moradores do Complexo do Alemão durante confronto ocorrido em setembro
Futuro
A ocupação das tropas do Exército nos complexos do Alemão e da Penha, no entanto, já tem um prazo para terminar. Os 1.600 soldados presentes começarão a deixar aos poucos as comunidades a partir de março do ano que vem, quando a Secretaria Estadual de Segurança começará a implantar gradativamente oito UPPs na região. Mais de 2 mil policiais estão sendo preparados pela Academia de Formação de Praças da Polícia Militar para trabalhar nas unidades.
Leia também: Operação do Exército no Complexo do Alemão já custou R$ 237 milhões
No primeiro mês, 500 policiais vão ser destacados. Outros 500 ocuparão a UPP em abril, mais 500 em maio e 700 junho, totalizando 2.200 agentes. Os militares da Força de Pacificação vão permanecer nos complexos de favelas até esse cronograma ser concluído.
“O programa já está delineado. A UPP tem um conceito e ele será aplicado aqui. Vamos ocupar duas áreas a cada mês, completando todos os complexos em junho”, informou Beltrame. “A UPP significa a derrocada de impérios impostos por armas automáticas. No Rio tem tráfico de drogas, como em qualquer lugar do mundo, mas aqui as pessoas passam a dominar o território. Isto não pode acontecer”.

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sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Hotéis de Trânsito - 4ª Região Militar - Região das Minas do Ouro

Belo Horizonte - MG

Destinação: Oficiais - Categoria "B"
Endereço: Rua Gonçalves Dias, 3240 (Barro Preto)
Belo Horizonte - MG - CEP 30140-093
Tel.: (31) 3508-9840/9841
Email: hto@4rm.eb.mil.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Organização Militar responsável: Comando da 4ª Região Militar (Cmdo 4ª RM)
Preços

Destinação: Subtenentes e Sargentos - Categoria "B"
Endereço: Praça Poá, 36 - Bairro da Graça
Belo Horizonte - MG - CEP 31035-060
Tel.: (31) 3422-3482
Organização Militar responsável: Comando da 4ª Região Militar (Cmdo 4ª RM)
Unidades habitacionais disponíveis: 5 Aptos
Observações: Hotel de Trânsito situado na Vila Militar do Exército de Belo Horizonte.
Preços e instalações

Destinação: Misto - Categoria "C"
Endereço: Rua Ten Brito Melo, s/nº (Barro Preto)
Belo Horizonte - MG - CEP 30180-070
Tel.: (31) 337-9544, ramal 159
Organização Militar responsável: 12º Batalhão de Infantaria (12º BI)
Unidades habitacionais disponíveis: 3 Aptos
Observações: Hotel de Trânsito situado no interior do aquartelamento

Itajubá - MG

Destinação: Oficiais
Endereço: Praça Duque de Caxias, s/nº (Bairro Varginha)
Itajubá - MG - CEP 37500-000
Tel.: (35) 3622-0511, ramal 239
Organização Militar responsável: 4º Batalhão de Engenharia de Combate (4º BECmb)
Unidades habitacionais disponíveis: 12 Aptos
Observações: Prédio de uso exclusivo Hotel de Trânsito no interior do aquartelamento. Refeições no cassino de oficiais.

Juiz de Fora - MG

Destinação: Oficiais
Endereço: Rua Mariano Procópio, 970
Juiz de Fora - MG - CEP 36100-000
Tel.: (32) 3212-2249 / FAX 216-2590
Organização Militar responsável: 4ª Brigada de Infantaria Motorizada (4ª Bda Inf Mtz)
Unidades habitacionais disponíveis: 7 Aptos (cobertura)
Observações: Juiz de Fora está a 278 Km da capital mineira. São 424.479 habitantes que vivem principalmente da agricultura, indústria e pecuária. Fica no sul do Estado, a caminho do Rio de Janeiro, pela BR-040.

Destinação: Oficiais, Subtenentes e Sargentos - Categoria "C"
Endereço: Rua General Gomes Carneiro, S/N - Bairro Fábrica
Juiz de Fora - MG - CEP 25633-288
Tel.: (32) 3215-8489 / (32) 3215-8040 Ramal 241 / FAX.: (32) 3216-5131
Organização Militar responsável: 10º Batalhão de Infantaria (10º BI)
Unidades habitacionais disponíveis: 6 Suítes

Ver fotos: 1 2 3
Mais informações

Montes Claros - MG

Destinação: Oficiais - Categoria "C"
Endereço: BR 135 - Km 301 - Sto Antonio II - CP 198
Montes Claros - MG - CEP 39402-296
Tel: (38) 3213-1200 / FAX 3213-1404
Organização Militar responsável: 55º Batalhão de Infantaria (55º BI)
Unidades habitacionais disponíveis: 7 Aptos (coletivos)
Observações: Hotel de Trânsito em área do aquartelamento. Fornece almoço e jantar.

Pouso Alegre- MG

Destinação: Misto - Categoria "C"
Endereço: Av Marechal Castelo Branco, 635 - Santa Filomena
Pouso Alegre - MG Tel: (35) 3423-1633
Organização Militar responsável: 14º Grupo de Artilharia de Campanha (14º GAC)
Unidades habitacionais disponíveis: 5 Aptos
Observações: Hotel de Trânsito em área de aquartelamento, no centro da cidade.

São João Del Rei - MG

Categoria "C"
Endereço: Ladeira Ten Villas Boas, s/n (Centro)
São João Del Rei - MG - CEP 36307-900
Tel: (32) 3379-1356
Organização Militar responsável: 11º Batalhão de Infantaria de Montanha (11º BI Mth)
Unidades habitacionais disponíveis: 9 Aptos
Observações: A cidade tem 74.121 habitantes e fica a 201 km de Belo Horizonte. Tipicamente mineira, tem bons pratos; exporta culinária, cultura, política, e muita simpatia.

Sete Lagoas - MG

Destinação: Misto - Categoria "B"
Endereço: Rua Dudu Azeredo nº 52, Bairro Mangabeiras
Sete Lagoas - MG - CEP 35700-434
Tel: (31) 3771-3210 / FAX: (31) 3773-1960
Organização Militar responsável: 4º Grupo de Artilharia Antiaérea (4º GAAAE)
Unidades habitacionais disponíveis: 7
Aptos Observações: Os hospedes podem utilizar as instalações dos centros comunitários de oficiais e subtenentes e sargentos. Localizado nos circuitos das grutas. O Hotel dispõe de rede sem fio (wireless) Site do 4º GAAAe: http://www.4gaaae.eb.mil.br/

Três Corações - MG

Destinação: Subtenentes e Sargentos - Categoria "B"
Endereço: Avenida Farroupilha, 31 - Conjunto Habitacional Atalaia
Três Corações - MG - CEP 37410-000
Tel.: (31) 3231-3903
Organização Militar responsável: Escola de Sargentos das Armas (EsSA)
Unidades habitacionais disponíveis: 6 Aptos
Observações: Hotel de Trânsito situado na Vila Militar de Três Corações.

Destinação: Misto - Categoria "C"
Endereço: Avenida Sete de Setembro, 628 (Centro)
Três Corações - MG - CEP 37410-000
Tel: (35) 3239-4193 /3239-4116 /3239-4205
Organização Militar responsável: Escola de Sargentos das Armas (EsSA)
Unidades Habitacionais disponíveis: 8 Aptos
Observações: Hotel de Trânsito no interior do aquartelamento Zona urbana - Bairro central. Fornece almoço e jantar. Três Corações é o que se pode chamar de uma cidade pequena e tranqüila – com 60.930 habitantes, a 293 km da capital do Estado, cuja economia se sustenta no tripé agricultura, indústria e pecuária. É a cidade do atleta do século, o rei Pelé.

domingo, 26 de agosto de 2012


O governo ainda vai apresentar uma proposta para os militares, cujo percentual tem sido mantido em segredo, mas é diferente dos 15,8 por cento.


Servidores que rejeitarem proposta de 15,8% ficarão sem aumento--fonte

sexta-feira, 24 de agosto de 2012 19:29 BRT
BRASÍLIA, 24 de Ago (REUTERS) - O governo decidiu que não vai alterar a proposta feita aos servidores de reajuste salarial de 15,8 por cento, dividos em três parcelas até 2015, e que as categorias que não aceitarem ficarão sem o aumento, informou à Reuters uma fonte do governo nesta sexta-feira.
As negociações se encerram neste fim de semana e o governo espera assinar os acordos com as categorias até terça-feira da semana que vem.
O mesmo reajuste parcelado deve ser estendido aos servidores do Poder Judiciário. O governo ainda vai apresentar uma proposta para os militares, cujo percentual tem sido mantido em segredo, mas é diferente dos 15,8 por cento.
Segundo essa fonte, que pediu para não ter seu nome revelado, a expectativa do governo é que as manifestações dos grevistas e das carreiras que pressionam por aumentos maiores ficarão ainda mais inflamadas na semana que vem porque o governo tem até sexta-feira que vem para encaminhar ao Congresso a peça orçamentária de 2013. Apenas os reajustes que estiverem previstos no Orçamento poderão ser pagos em 2013.
Para tentar combater o acirramento da pressão dos grevistas, medidas judiciais adotadas pela Advocacia-Geral da União (AGU) e o corte de ponto dos grevistas continuarão sendo adotadas na próxima semana.
Nas negociações comandadas pelo Ministério do Planejamento, apenas os servidores da educação conseguiram propostas superiores aos 15,8 por cento, chegando a reajuste de 27 por cento dependendo da função, o que consumirá cerca de 7,1 bilhões de reais pelos próximos três anos.
Segundo a fonte, o governo vê a pressão de grevistas de carreiras de estado como os policiais federais, auditores da Receita Federal, servidores do Banco Central e do Tesouro, como um risco para o teto do funcionalismo, estabelecido em 26,7 mil reais. "Isso não dá para ceder", disse a fonte.
(Reportagem de Jeferson Ribeiro)