domingo, 21 de outubro de 2018

General do CMO visita batalhão do Exército Brasileiro em Aquidauana

Nesta quinta-feira (13), o 9ª Batalhão de Engenharia de Combate (9° BE Cmb) recebeu a primeira visita do novo Comandante Militar do Oeste, General de Exército Lourival Carvalho Silva, que acompanhou os preparativos para a comemoração dos 150 anos de construção da Estrada do Chaco.
A programação constou de uma recepção pela Guarda do Quartel com seu uniforme histórico, formatura, visita ao Museu Marechal José Machado Lopes, ao Núcleo de Preparação de Oficiais da Reserva (NPOR/9º BE Cmb).
O Comandante do 9º BE Cmb, Cel Fabio Batista Bogoni, realizou uma apresentação dos principais aspectos histórico, culturais, operacionais e administrativos do Batalhão e o andamento dos trabalhos relativos a comemoração dos 150 anos da construção da Estrada do Chaco.
Na oportunidade visitou o monumento de Porto Canuto, alusivo aos heróis da Retirada da Laguna e inaugurou, juntamente com o prefeito da Cidade de Anastácio, o “Marco da Estrada de Canuto”, na Rodovia BR 262, onde faz parte do itinerário daquele feito histórico. Prestigiaram a solenidade autoridades dos poderes executivo, legislativo e forças de segurança pública.
General de Exército Lourival Carvalho Silva.

domingo, 23 de setembro de 2018

Celso Amorim: "Bolsonaro e Mourão são vozes minoritárias no Exército"

por Miguel Martins e Mino Carta — publicado 23/09/2018 00h12, última modificação 23/09/2018 00h11

O ex-ministro da Defesa manifesta preocupação com declarações de Villas Bôas, mas diz que maioria do alto comando não tem posições extremas


Wanezza Soares

O chanceler de Lula organizou um seminário sobre as ameaças à democracia no Brasil


Recentemente, Celso Amorim, ex-chanceler de Lula e ex-ministro da Defesa de Dilma Rousseff, encontrou-se em Paris com um antigo amigo da diplomacia: o ex-premier francês Dominique de Villepin, que também atuou como chanceler do presidente Jacques Chirac.

Representante da direita republicana, Villepin demonstrou preocupação com o isolamento do Brasil no cenário internacional e as ameaças à democracia, sobretudo após Lula ser impedido de disputar as eleições.

Dessa conversa, surgiu a ideia de organizar um seminário internacional em São Paulo. Confiado à organização da Fundação Perseu Abramo, o evento reuniu ainda, na sexta-feira 14, o filósofo americano Noam Chomsky, o ex-primeiro-ministro da Itália Massimo D’Alema e o ex-premier espanhol José Luis Zapatero, entre outras personalidades.

Em visita à redação de CartaCapital, Amorim falou sobre o encontro e demonstrou preocupação com os pronunciamentos políticos dos militares a respeito das eleições. A íntegra da entrevista, em vídeo, está disponível em www.cartacapital.com.br.

CartaCapital: Como interpretar a declaração de Villas Bôas sobre a legitimidade do futuro governo?

Celso Amorim: Conheci Villas Bôas quando ele era Comandante Militar da Amazônia. Eu era Ministro da Defesa. Ele, um bom militar, bastante profissional, conhecedor, respeitoso. Se nós recordarmos bem, em alguns momentos do governo de Michel Temer, teve uma posição muito moderada. As coisas que ele tem dito me causam alguma surpresa, sobretudo após a declaração que ele fez na véspera do julgamento do habeas corpus de Lula.

Ele dizia que o Exército defendia valores, a Constituição, mas entrava também na questão da impunidade. Aquilo dito na véspera do julgamento tinha um endereço certo. Agora, as declarações após o ataque ao candidato Bolsonaro foram muito pouco felizes. Dizer que há uma instabilidade e que isso pode deslegitimar o resultado da eleição é algo muito grave.

Ele não é um analista. É comandante do Exército, o que ele diz tem peso. Quem comanda um grande número de indivíduos armados tem que tomar muito cuidado com as palavras. Não quero crer que ele teve a intenção de fazer uma ameaça.

CC: O senhor acha que o discurso autoritário de Mourão, que sugeriu um “autogolpe” e uma nova Constituição sem Constituinte, se restringe mais aos generais da reserva?

CA: Bolsonaro e Mourão são vozes minoritárias. No alto-comando, um pensamento mais extremado não representa a maioria. Não quero dizer que a reserva não tenha influência. Sei porque tive de lidar com esse problema na Comissão da Verdade.

O pessoal da reserva falava o diacho de mim. Preocupa-me o fato de 28% dos brasileiros estarem inclinados a votar no Bolsonaro. É um fato assustador, não por eles serem militares, mas porque parte expressiva da sociedade busca esse tipo de solução.

CC: Em que medida essas declarações do comandante do Exército podem influenciar no resultado final da eleição?

CA: Na realidade, não influenciam. O que me preocupa é a ameaça que fica no ar. As eleições devem se realizar normalmente e o resultado deve ser respeitado.

CC: A palavra tranquilizadora não deveria caber a Villas Bôas?

CA: Ele não precisava ter falado. Já que ele falou, poderia dizer agora: “Minhas palavras estão sendo mal interpretadas, não quero de maneira nenhuma acenar com a ideia de autoritarismo”. Até porque, quando você junta a declaração dele com a do Mourão, mesmo que elas não estejam conectadas, é natural todo mundo ficar preocupado. Não podemos esquecer que tivemos 21 anos de ditadura.

CC: Mourão chegou a usar o termo “mulambada” para se referir à América Latina e à África, ao criticar a política externa dos governos petistas.

CA: Não merece resposta. É inacreditável. A gente fala dos outros países, mas Trump parece um intelectual iluminista quando ouvimos o que diz o general Mourão.

CC: O endosso do Lula ao Haddad e a transferência de votos em curso prova que de um lado está Lula e de outro lado estão os inimigos do ex-presidente?
CA:Eu não colocaria as forças armadas como como inimigas de Lula, por exemplo. Eu acho importante voltar a esse assunto. Porque eu conheço gente, inclusive em posição de comando importante, que não tem essa visão. Gente que dará posse a quem ganhar. Que acha que esse é o caminho. Caminho que foi do general Henrique Lott. Aliás, nós precisamos até de um general Lott preventivo, que impediu um golpe e garantiu a posse de Juscelino Kubitschek. 

CC: Como o senhor avalia a decisão da Justiça Eleitoral de não levar em conta a liminar que foi concedida pelo Comitê de Direitos Humanos da ONU a Lula?

CA: Fui embaixador da ONU por quatro anos no governo de Fernando Henrique Cardoso e duas vezes embaixador em Genebra, onde está a sede do comitê. Cuidava também de direitos humanos, então falo com certa autoridade. Quando ouço coisas do tipo “é um comitêzinho”, vejo uma ignorância incrível.

O comitê é o órgão para fazer cumprir aquele tratado, o Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos. É composto por peritos, no melhor sentido da palavra. Não se pode dizer “cada macaco no seu galho”. Primeiro, porque a ONU não é um galho, é a árvore. Até Trump, ao não querer seguir as diretrizes do clima, tomou o cuidado de se retirar do tratado. Não dá para dizer que o tratado não vale.

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CC: E quais as consequências de violar um pacto internacional?
CA: Abala a credibilidade do País. Lidei muito com esse tema. Só conheço uma exceção de violação do pacto: o Taleban, para o qual Sharia, a lei islâmica, era mais importante do que a lei internacional. Os outros todos, mesmo quando eles não cumprem, alegam motivos. Claro, quando se tem um enorme arsenal atômico e se é a maior potência econômica do mundo, pode se dar ao luxo de perder a credibilidade, porque os outros dependem de você.

Não é o nosso caso. O Brasil sempre defendeu o multilateralismo. É um país grande, mas não é uma superpotência. Para nós, interessa que as regras multilaterais sejam seguidas, que os tratados sejam respeitados.

CC: O voto favorável de Edson Fachin à decisão não abre um precedente para uma revisão do Judiciário sobre o caso, até porque a ONU deve julgar o mérito no primeiro semestre de 2019?
CA: Mas aí o leite estará derrabado. Quer dizer, a decisão que vai haver, suponho, será a decisão do julgamento do conteúdo do mérito da ação criminal. Se existe alguma coisa que cria instabilidade seria essa. Torço para que ganhe o Haddad e não haja nenhuma nova instabilidade. Porque, se o Lula é absolvido na ação criminal, como deverá ser, o que se vai fazer? Anula-se a eleição? Aí sim, viveríamos uma grande complicação

CC: Qual é o seu palpite sobre as eleições?

CA: Fernando Haddad vai ganhar. Provavelmente ficará perto de um empate no primeiro turno, se não passar logo Bolsonaro. E, no segundo turno, ele ganha a eleição.

CC: Não é importante que as forças progressistas saibam se unir na hora H?

CA: Acho que antes da hora H. Tem de competir, claro que vão competir, dizendo quem tem o melhor plano para barrar o fascismo, quem tem o melhor plano para vencer o neoliberalismo e dar crescimento ao Brasil. Mas não pode um falar mal do outro. Isso cria feridas e, depois, mesmo que elas se recomponham, os eleitores as vezes não se recompõem.

CC: Como o senhor avalia os resultados do seminário?

CA: A mídia praticamente não noticiou, à exceção de uma notinha aqui ou ali. O mais interessante, a meu ver, foi como nasceu a ideia. O evento surgiu de uma conversa com o ex-premier Villepin, que também foi ministro do presidente Jacques Chirac, representante da direita republicana na França. Uma direita que respeita as leis.

CC: E o que Villepin lhe disse?

CA: Ao reencontrá-lo em Paris, ele próprio sentiu a necessidade de falar sobre o resgate da democracia no Brasil, com um governo legítimo, até porque o País desapareceu da cena internacional. O Brasil está completamente isolado, só parece preocupado em endurecer com a Venezuela. Daí surgiu a ideia do seminário.

O evento trouxe figuras muito importantes, como o D’Alema, um humanista, defensor da democracia, que foi a Curitiba visitar o Lula. Temos uma situação curiosa. O Brasil é o único país no qual uma prisão, na capital de uma província, é mais disputada que o palácio presidencial por grandes autoridades (ri

sexta-feira, 21 de abril de 2017

247 – O Exército brasileiro não apoia o deputado Jair Bolsonaro como candidato à presidência da República em 2018.
"Não. Nós não temos ligação institucional com o Bolsonaro. Ele é um ex-integrante das Forças Armadas, tem muita relação com o pessoal do círculo dele e tem todo o direito de se candidatar, mas quem vai julgá-lo é a população, por intermédio do voto", disse o comandante do Exército, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, em entrevista à revista Veja.
Antes, ele havia demonstrado um temor em relação ao que seria um Trump brasileiro. "Nitidamente, há um cansaço em relação ao politicamente correto. O perigo é quando surge um líder falando coisas politicamente incorretíssimas, mas que correspondem ao inconformismo das pessoas", declarou. "Tivemos Donald Trump nos Estados Unidos e temos alguns aqui no nosso país", acrescentou.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Major Hissanaga é o novo comandante da 4ª Companhia de Engenharia de Jardim
Foto: Paulo Abílio 
Após dois anos à frente do comando da 4ª Companhia de Engenharia de Combate Mecanizada “Compania Tenente-Coronel Juvêncio”, em Jardim, o Major de Engenharia Carlos Alberto Galvão Magalhães transmitiu o cargo ao também Major de Engenharia, Marcelo Hissanaga, reunindo autoridades civis e militares de Jardim e também vindos de várias partes do Mato Grosso do Sul e outros estados brasileiros. O evento aconteceu na tarde da última sexta-feira, 25, nas dependências da unidade militar e foi presidida pelo comandante da 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada “Brigada Guaicurus”, General Willian da Silva Ribeiro Pinho.

Antes da formatura de passagem e assunção de comando, o Major Carlos Alberto Magalhães reuniu autoridades para inauguração do retrato do comandante substituído no quadro dos ex-comandantes, oportunidade em que foi homenageado pela unidade militar. Ao fazer uso da palavra, o General de Brigada Willian Ribeiro Pinho agradeceu o trabalho desempenhado pelo Major Magalhães, enaltecendo a sua bravura e missão a frente da unidade militar, fazendo deste aquartelamento um exemplo para os demais e desejando boa sorte ao Major Hissanaga, que durante os próximos dois anos comandará uma tropa de homens empenhados com a segurança e melhor qualidade de vida de seu país.

Durante a formatura, honras militares foram prestadas ao alto comando presente, seguido da execução do Hino Nacional e leitura de exoneração do cargo de comandante do Major Carlos Alberto Magalhães. Em seguida foi a vez do Major Magalhães fazer uso da palavra e apresentar suas despedidas à sociedade representada. Visivelmente emocionado, Magalhães não conseguiu conter as lágrimas e com a voz trêmula e rouca agradeceu a oportunidade de comandar uma unidade e cumprir sua missão em terras jardinenses. “Sou grato a Deus por ter me dado saúde, abençoado meus dois anos de comando em Jardim e protegido todos os integrantes da companhia, pois foram anos de intensas atividades, operações militares, e o Senhor dos Exércitos, sempre presente, que nos ajudou a chegar ao final do meu comando sem nenhum acidente”, enfatizou, ressaltando também a parceria com os poderes legislativo, executivo, judiciário, empresarial, imprensa e a comunidade jardinense e lagunense.

Finalizando, Major Magalhães agradeceu também o carinho e a dedicação de sua família durante seus dois anos de comando. Ressaltou a preocupação e o exemplo de seus pais, Francisco Magalhães e Socorro Galvão, bem como de sua esposa Days e sua filha Helena, classificando-as como “soberanas do meu lar e das minhas vontades, o que fez com maestria, não se deixando abalar frente às dificuldades”.

Ao se dirigir ao comandante substituto, Major Magalhães destacou que, “tudo parece difícil, impossível, mas fique tranquilo, pois você está capacitado para exercer esta missão. O Exército foi sábio em te escolher e você pode se sentir feliz e honrado por estar aqui, afinal, não é qualquer um que comanda a Melhor Companhia do Universo”, enfatizou o comandante substituído.

Ainda durante o evento foi lida a referência elogiosa consignada pelo comandante da 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada ao Major Magalhães e a nomeação do Major Hissanaga como novo comandante da 4ª Cia. de Engenharia de Jardim. Em seguida aconteceu a transmissão de cargo e a revista à tropa, que também desfilou em continência ao novo comandante.

Ao final, autoridades civis e militares e convidados participaram de um coquetel no Clube dos Oficiais Militares.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Operação Belo Monte adestra militares para a Operação Eleições, em Altamira



Altamira (PA) – Entre os dias 12 e 16 de setembro, cerca de 1.500 militares da 23ª Brigada de Infantaria de Selva (23ª Bda Inf Sl) realizaram, nas áreas urbanas e rurais dos municípios de Altamira e Vitória do Xingu (ambos no Estado do Pará) e na Usina Hidrelétrica de Belo Monte, um adestramento em Operações de Garantia da Lei e da Ordem e em Garantia de Votação e Apuração. Denominado Operação Belo Monte, o exercício é uma das ações preparatórias para a realização da Operação Eleições, prevista no Cronograma de Instrução da Brigada, em virtude das Eleições Municipais de 2016.


A elevação do nível de operacionalidade da tropa, o aperfeiçoamento dos principais processos logísticos e a ampliação da interação com a sociedade regional estão entre os objetivos principais da atividade, que contou com a presença do Comandante da Brigada, General de Brigada Eugênio Pacelli Vieira Mota, e com a participação de oficiais e praças de todas as suas organizações militares subordinadas.

A Mão Amigado Exército na região

Dentro do contexto da Operação, a população local contou com a realização de duas ações cívico-sociais (ACISO), sendo uma no dia 15 de setembro, em Vitória do Xingu, e a outra no dia 16, em Altamira.

A ação envolveu agentes de saúde, atendimentos médicos e odontológicos, vacinação, pista lúdica educativa sobre o combate ao mosquito Aedes aegypti, apresentação da banda de música do 51° Batalhão de Infantaria de Selva e exposição de viaturas de emprego militar.
Fonte:23ª Bda Inf Sl
Publicado:26/09/16 16:19

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Projeto Biomas e Exército ampliam parceria no Cerrado

Cerrado, plantas nativas do cerrado, Projeto Biomas
Projeto Biomas e Exército ampliam parceria no Cerrado
  1. Brasília (05/05/2016) - O Coordenador do Projeto Biomas no Cerrado e pesquisador da Embrapa Cerrados, Felipe Ribeiro, reuniu-se na última segunda-feira, 2 de abril, com o 2º sargento do Núcleo de Base Administrativa e Campus de Instrução de Formosa (GO), Lucio Piau. No encontro, eles discutiram as ações que serão executadas na área de referência do Projeto Biomas no Cerrado, que pertence ao Exército brasileiro.

1) plantios de crescimento isolado de árvores (pomar educativo e sombra para estacionamentos);
2) coleta de sementes;
 3) plantios de recuperação/restauração; e
4) educação ambiental.
A área de referencia, localizada no Campus de Instrução de Formosa (GO), do Projeto Biomas é uma reserva onde estão preservadas as plantas nativas do Cerrado. “Como a área do exército é intocada, ela serve de referência física e biológica para os projetos de pesquisa implantados na área experimental do projeto biomas”, explica Felipe Ribeiro.
Na reunião, foram discutidas diferentes possibilidades da parceria. Foram definidas quatro ações:
Para dar início à primeira ação,  o componente Cerrado do Projeto Biomas compartilhou aproximadamente 200 mudas de espécies nativas, sendo várias delas produzidas a partir de sementes coletadas na própria área do Exército. Elas serão plantadas em alguns estacionamentos do Campo de Instrução dessa instituição.
As espécies selecionadas para iniciar o pomar educativo e sombra para estacionamentos foram as fruteiras buriti, gueroba, ingá-mirim, jaracatiá, curriola, marmelada-de-bezerro, guapeva, jussara, e as árvores guanandi, pau-pombo, paineira e os ipês-amarelo da mata, amarelo do Cerrado, amarelo-felpudo e branco.
Foi acordado ainda que as próximas ações aconteçam somente após a preparação de uma planilha com as atividades estratégicas comuns para a ampliação da parceria. Segundo o pesquisador Felipe Ribeiro a expectativa é que ainda este ano seja oferecido um curso de educação ambiental para que os membros daquela corporação possam no futuro coletar sementes e produzir mudas, fortalecendo assim os plantios experimentais que serão implantados na área do Campo de Instrução em parceria com o Projeto Biomas.
Sobre o Projeto Biomas
O Projeto Biomas, iniciado em 2010, é fruto de uma parceria entre a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), com a participação de mais de quatrocentos pesquisadores e professores de diferentes instituições, em um prazo de nove anos.
Os estudos estão sendo desenvolvidos nos 6 biomas brasileiros para viabilizar soluções com árvores para a proteção, recuperação e o uso sustentável de propriedades rurais nos diferentes biomas.
O Projeto Biomas tem o apoio do SENAR, SEBRAE, Monsanto, John Deere e BNDES. No Cerrado, o Projeto Biomas é coordenado pela Embrapa Cerrados, com apoio da Embrapa Florestas, Emater/GO, Instituto Federal Goiano, Universidade de Brasília - UNB e Universidade Federal de Goiás - UFG.
Projeto Biomas
Postado por: Ygor I. Mendes